segunda-feira, 2 de março de 2009

De Volta Pro Meu Aconchego!


Foi a viagem mais divertida que fiz em minha vida. Foi extremamente divertida e proveitosa. Dessa vez, a Isadora estava conosco, daí tudo que é cidade que visitamos foi só diversão!!!!

Nunca imaginei que fosse tão sussegado viajar de CARRO com criança. Fomos de carro, pois assim ficava mais fácil (e mais barato. rsrsr) nos locomover para onde quiséssemos. Achei que a Isadora fosse ficar entediada, aguniada ou até mesmo birrenta durante a viagem. Mas não. Ela curtiu todos os momentos e locais que visitamos.

Como nosso destino principal era Salvador, achávamos que ficaríamos a maior parte das férias por lá. Mas a cidade estava em clima total de carnaval, muito turista, cidade cheia de gente "esperta", muuuuuuito calor, que eu mesma não estava aguentando. Gente, parecia pior do que São Paulo em véspera de Natal. A ameaça de sermos assaltados era constante. Passamos por situações de medo 3 dias que ficamos por lá. Uma vez, quase que furtaram nosso carro. Nossa sorte foi que, estávamos com um primo de meu marido que é policial de Salvador e resolveu nos acompanhar em três dias de passeio pelos pontos turísticos (parecia nosso segurança. rsrsr, mas que ele o fez com o maior prazer e já mesmo por conta de nos deixar mais tranquilos). Ele mesmo disse que quando tem turista na região, com placa de SP e ainda em época de festa...é para ficar alerta...daí resolvemos ficar apenas 4 dias e depois ficamos em outras cidades.

O engraçado é que meu marido é uma cidade da Bahia e morou em Salvador vários anos. Maaaaassss, com aquela carinha de alemão, só dava baiano falando com ele em inglês. kkkkkk. Era só gozação.
Bom, a Isadora ficou muito mais à vontade nas cidades do interior. Comíamos manga, acerola, pitanga, carambola, pinha, seriguela...tudo do pé. A fazenda em que ficamos era só "sussego". Tanto que de Salvador, voltamos pra lá só para realmente voltarmos descansados para Sampa.

A família do meu marido nos receberam tão bem, as pessoas das cidades que íamos eram tão acolhedoras, as pessoas que cuidavam dos locais que visitamos eram tão receptivas, tão amorosas. Aquele clima de roça, de mato, de terra, de cachoeira...affff, a Isadora não queria sair de lá não! Só não chorou quando viemos embora, pois estava durmindo quando colocamos ela no carro.

Ai meu Deus, não vejo a hora de voltar.

Mas deixa eu acordar, que agora que estamos de volta à São Paulo, a realidade é outra! Trabalhar até os ossos começar a estalar. Affff.

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